Os nossos filhos e netos. São jovens que não usam relógio. Não faz mais sentido carregar no pulso a mesma informação que está disponível no celular e no computador que ele vive conectado. Eles adoram a Web 2.0, pela colaboração que ela propicia.
Cresceram conectados a internet e surpreendem com informações inesperadas sobre os mais variados temas. Com menos de 30 anos idade, se divertem com jogos eletrônicos, em que os estímulos são a necessidade de ação rápida e não existe uma “resposta certa”. Cada nível do jogo apresenta novos desafios e situações nunca vivenciadas antes.
A geração Y está acostumada a mudanças constantes de seus produtos favoritos. Não espera nem deseja que durem para sempre. As pesquisas tradicionais não dão conta desse universo em constante mutação. Os designers da Nike preferem assistir a jogos de futebol ou a competições de skate para conhecer melhor seu consumidor. “Nós não fazemos pesquisa de mercado. Gastamos tempo com as pessoas. Você pode aprender bastante apenas observando e conversando com elas”, afirma Jean-Pierre Petit, que dirige a divisão de futebol da Nike na Europa.
A Geração Y aprende e quer aprender just in time, não só com sua família e seus professores, mas com seus amigos e com o mundo inteiro por intermédio da Web 2.0.
Os jovens de hoje fazem mil coisas ao mesmo tempo – falam ao celular, respondem mensagens no MSN, assistem à TV e brincam com o cachorro – e o seu habitat natural inclui jogos tridimensionais e interativos. Para eles é impossível viver sem um computador de qualidade conectado à banda larga de internet.
Para atender as exigências de potência dos computadores para os “Y”, a equipe de Inovação da Compujob em parceira com a Intel e Microsoft desenvolveu o Focus 2.0 com alto desempenho de processamento, para superar as experiências de uso. Através de pesquisas constantes com os “nascidos pós-internet” elaboramos a customização do Focus para o melhor aproveitamento da tecnologia por eles.
E você, ainda usa relógio?
Eu confesso – ainda uso, mas vejo as horas no computador.
Adriane Lengler





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